webinar “Produzir no campo, vender na cidade”

A ADACB – Associação Distrital dos Agricultores de Castelo Branco, na qualidade de líder do projecto “produzir no campo, vender na cidade”, vai realizar no próximo dia 25 de Novembro, às 15:00 horas, o Seminário final do projecto, em formato webinar que contará, entre outros, com a participação da Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, do Presidente da Câmara Municipal do Fundão, Paulo Fernandes e do Presidente da Direcção da ADACB, José Mesquita Milheiro. Agora já se pode inscrever no link do projecto: http://www.cultivar.pt/seminariofinal Programa:

Sessão de Abertura

  • Ministra da Agricultura – Maria do Céu Antunes
  • Presidente da ADACB – José Mesquita Milheiro
  • Presidente da Câmara Municipal do Fundão – Paulo Fernandes
    Seminário
  • Os circuitos curtos de comercialização – Maria José Ilhéu, Técnica da Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural
  • Agricultura Familiar no desenvolvimento regional – Pedro Santos, Dirigente da Cofederação Nacional da CNA
  • O projeto “Produzir no Campo vender na cidade” Cultivar no Centro – Hugo Landeiro / Aníbal Cabral
    Moderadora:
    Helena Alves – Universidade da Beira Interior
    O projecto “produzir no campo, vender na cidade”, promovido em toda a região centro através de uma parceria alargada, liderada pela ADACB, financiado no âmbito do PDR 2020 (Área 4 – Observação da agricultura e dos territórios rurais), pretende semear a esperança e ganhar espaço ao futuro, valorizando o mundo rural e em particular os que trabalham a terra, combater a desertificação territorial, inovando procedimentos, sistematizando e melhorando a informação e comunicação sobre produtos, produtores, mecanismos de distribuição e espaços de comercialização.
    Fundão, 23.11.2020
    ADACB

Reunião com o Secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural

A Associação Distrital dos Agricultores de Castelo Branco e a Confraria do Azeite da Cova da Beira reuniram conjuntamente, dia 18 de Novembro, com Nuno Russo, Secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural. Nesta reunião houve a oportunidade de colocar de viva voz as preocupações dos Olivicultores da Beira Baixa e evidenciar a importância da fileira do Azeite e da agricultura na economia regional. Foi consensual que o olival tradicional tem um grande potencial que importa dinamizar de forma a mitigar o despovoamento, melhorar a dieta alimentar da população e combate ás alterações climáticas.  

Estas Associações defenderam ainda a necessidade urgente de mais apoios públicos para o setor propondo a constituição de um Grupo de Trabalho que possa consensualizar propostas concretas para o desenvolvimento do olival tradicional na Beira Baixa.”  

webinar “produzir no Campo, Vender na Cidade

A ADACB – Associação Distrital dos Agricultores de Castelo Branco, na qualidade de líder do projecto “produzir no campo, vender na cidade”, vai realizar no próximo dia 25 de Novembro, às 15:00 horas, o Seminário final do projecto, em formato webinar devido as circunstâncias pandémicas em que nos encontramos. Os interessados em participar nesta iniciativa deverão realizar a sua inscrição atempada através do seguinte endereço: https://zoom.us/webinar/register/WN_egrWQc8vTkuuSMjf2mTK-A

Este webinar contará com a participação da Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, do Presidente da Câmara Municipal do Fundão, Paulo Fernandes e do Presidente da Direcção da ADACB, José Mesquita Milheiro, e terá o seguinte programa:
Sessão de Abertura

  • Presidente da ADACB – José Mesquita Milheiro
  • Presidente da Câmara Municipal do Fundão – Paulo Fernandes
  • Ministra da Agricultura – Maria do Céu Antunes
    Seminário
  • Os circuitos curtos de comercialização – Maria José Ilhéu, Técnica da Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural
  • Agricultura Familiar no desenvolvimento regional – Pedro Santos, Dirigente da Cofederação Nacional da CNA
  • O projeto “Produzir no Campo vender na cidade” Cultivar no Centro – Hugo Landeiro / Aníbal Cabral
    Moderadora:
    Helena Alves – Universidade da Beira Interior

O projecto “produzir no campo, vender na cidade”, promovido em toda a região centro através de uma parceria alargada, liderada pela ADACB, financiado no âmbito do PDR 2020 (Área 4 – Observação da agricultura e dos territórios rurais), pretende semear a esperança e ganhar espaço ao futuro, valorizando o mundo rural e em particular os que trabalham a terra, combater a desertificação territorial, inovando procedimentos, sistematizando e melhorando a informação e comunicação sobre produtos, produtores, mecanismos de distribuição e espaços de comercialização.
Fundão, 16.11.2020
ADACB

Agricultores valorizam a reposição da medida Electricidade Verde

A Associação Distrital dos Agricultores de Castelo Branco, assinala com satisfação que na alteração do Orçamento de Estado para 2020 foi contemplada uma proposta de reposição da Eletricidade Verde. Esta medida, há muito reivindicada por esta Associação, vai contribuir para a redução dos custos de produção, beneficiando os produtores e facilitando o escoamento dos produtos agrícolas.
Considerando a importância deste apoio, transcrevemos o texto que consta na alteração do Orçamento de Estado aprovado para 2020:

  1. É reforçado o orçamento do IFAP, I. P., para assegurar a operacionalização do apoio aos custos com a eletricidade nas atividades de produção, armazenagem, conservação e comercialização de produtos agrícolas e pecuários, a atribuir a agricultores, produtores pecuários, cooperativas agrícolas e organizações de produtores.
  2. O valor do apoio a conceder corresponde a:
    • a) 20 % do valor da fatura para as explorações agrícolas até 50 ha, ou explorações agropecuárias com até 80 cabeças normais;
    • b) 10 % do valor da fatura para as explorações agrícolas com área superior a 50 ha, explorações agropecuárias com mais de 80 cabeças normais e cooperativas e organizações de produtores.
    Considerando a importância desta medida, a Associação Distrital dos agricultores de Castelo Branco, apela ao Ministério da Agricultura que no mais curto espaço de tempo proceda à sua implementação.
    Defendemos ainda que esta importante medida para o sector agro-florestal se mantenha no futuro.

A Direção da ADACB

Linha de Apoio á economia COVID-19, exclui agricultores

A Direção da Associação enviou ao Senhor Primeiro Ministro, C/conhecimento do Senhor Ministro Estado, da Economia e da Transição Digital, da Senhora Ministra da Agricultura e aos Grupos Parlamentares a seguinte posição:

“Linha de Apoio á economia COVID-19, exclui agricultores

Desde o início da Pandemia que o sector agrícola, através das suas Confederações e Associações tem vindo a afirmar “A AGRICULTURA NÃO PÁRA” como se pode constatar, mau grado os constrangimentos e o impacto que uma pandemia desta dimensão e gravidade provocam.

Como é do conhecimento geral, a agricultura, com ou sem COVID 19, é uma atividade sazonal, e, portanto, as receitas (faturação) são muito variáveis, inconstantes e muito irregulares de mês para mês e de ano para ano.

Essas alterações dependem de vários fatores, tais como o desempenho e resultados da campanha agrícola nesse ano, bem como dos preços nos mercados agrícolas que, como se sabe, são sempre muito voláteis, com fortes oscilações.

Deste modo, no sector agrícola não é possível certificar se a quebra de receita se deve a circunstâncias exteriores ou se resulta da própria génese da atividade.

Neste sentido a Linha de Apoio à Economia COVID-19 Micro e Pequenas Empresas que tem como objetivo exclusivo o financiamento de necessidades de tesouraria e que consiste em Empréstimos bancários de curto e médio prazo não está adaptado á realidade do setor agrícola e florestal.

Para poder aceder a esta medida é obrigatório que se tenha verificado uma quebra acentuada de, pelo menos, 40% da faturação, relativa à média mensal de faturação no período de março a maio de 2020, comparando com a média mensal de faturação dos dois meses anteriores a esse período, ou face à média mensal de faturação no período homólogo do ano anterior.

A exigência, como condição de acesso, de declarar a quebra de volume de negócios, no âmbito desta linha de crédito, decorrente das medidas do COVID-19 como se propõe, não se pode aplicar ao sector agrícola dado o seu contexto e especificidade particular, aqui apresentados.

Solicita-se assim, que o modelo proposto não se aplique a este setor e seja encontrado um modelo mais consentâneo com a realidade e limitações com que a atividade agrícola se confronta.

A Agricultura foi um dos setores da economia que muito sofreu com o confinamento provocado pelo COVID-19 e as medidas de apoio do governo continuam e descriminar e excluir os agricultores e empresários agrícolas.

Fundão, 10-08-2020

A Direção da ADACB”